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Revolução controlada

Cada vez mais convencido que há dois grandes caminhos pela frente:
- revolução controlada da inovação social
- revolução clássica da sociedade

A clássica pode trazer alguma melhoria, mas é feita por impulso, de baixo para cima e sem controlo, com as emoções ao rubro. Veja-se o nosso 25 de Abril e os 10 anos que se seguiram; ou a nossa instauração da República e os 20 anos que se seguiram, e por ai fora.

Há um resultado garantido: há sempre os vencedores e os vencidos! Não é inclusiva, é exclusiva por natureza; cria uma fronteira entre "eu" e "tu".

Estou certo que se não fizermos a controlada, será esta a via seguida pela sociedade para fazer face as alterações de fundo que vivemos.

A revolução contralada, visa elegermos alguns objectivos de todo, de bem estar, que nos possam mobilizar a todos, que sintamos que estamos dispostos por lutar, por sacrifícios e iniciar um processo de passar para o micro, para cada um de nós a responsabilidade de contruir uma sociedade melhor; as escolas passam a ser "empresas sociais" locais participadas pelas famílias, pelos professores e demais entidades inbteressadas na escola; idem para os hospitais, tribunais, estradas, aeroportos, ... somo todos responsáveis e estamos todos convocados para participar.

Esta pode ser desenhada, inclusiva, envolvente e controlada (no sentido de prevenir a exclusão; os vencidos; o sangue e a perca de vidas) canalizanso as emoções para a participação e construção de uma sociedade mais interessante para todos.


Veja-se o que aconteceu nas últimas eleições:
http://coisas-do-marco.blogspot.com/2011/06/eleicoes-2011.html

O que a Islândia está a fazer:
http://coisas-do-marco.blogspot.com/2011/05/caso-islandia-teremos-coragem.html

Basta ACREDITAR que "eu" (cada um de nós!) sou capaz!
Neste contexto proponho uma nova acção política:
http://coisas-do-marco.blogspot.com/2011/05/programa-de-accao-politica-acreditar.html

A minha escolha é a de tentar a controlada!

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